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Corrupção e cidadania

Que o governo pretenda chamar a atenção dos funcionários públicos para o facto de que a corrupção de servidores do estado existe, não pode ser tolerada, tem de ser combatida; que o governo tenha o projecto de "ensinar" os servidores do estado a reconhecer quando possa estar a acontecer corrupção daqueles que devem proteger (profissionalmente) o bem comum; que o governo assuma que esse flagelo tem de ser combatido pela denúncia da prevaricação - tem sido apontado por uma casta imensa de comentadores moralizantes como pidesco, bufaria, estímulo do espírito delatório, etc. etc. etc.
Confesso a minha estupefacção. Não me refiro à questão de sermos legalmente obrigados a denunciar um crime de que sejamos testemunhas. Não é uma questão legal o que aqui me traz. Refiro-me à ideia de civismo. Proteger o bem comum. Agir contra os que minam os fundamentos da vida comum. Contrariar os que roubam do bolo que é de todos. Impedir que interesses particulares ilegítimos assaltem a máquina humana que deve servir a comunidade. Obstar a que aqueles que são pagos para servir, em vez disso se sirvam a si mesmos por caminhos ínvios. Refiro-me à ideia de que o que é de todos deve ser protegido por todos. Para não ser "bufo" tenho de ser cúmplice dos que roubam e dos que atraiçoam a confiança que a comunidade neles deposita? Para não ser "pidesco" tenho de olhar para o lado quando alguém atraiçoa a sua missão de "servidor público"?
Estranha noção de comunidade é esta que subjaz a tais teorias: cada um que se safe, legal ou ilegalmente, desde que as autoridades (polícia, tribunais) não consigam incriminar-nos. Um povo que tem essa noção do funcionamento das suas insituições é realmente um povo pobre: pobre, porque lhe falta qualquer noção de comunidade civilizada, de bem comum, de dever partilhado, de responsabilidade, de coisa pública. Os teóricos do "fecha os olhos e deixa roubar quem rouba" são os teóricos da barbárie, da incivilidade, do salve-se quem puder. Os teóricos da selvajaria colectiva vestem as roupas da moralidade individual. Não é novo.

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Buscamos parceiros e divulgação:Você apoia esse modelo anti-cristão?
O modelo neoliberal é plutocrático, imperialista
e, acima de tudo, contrário à verdadeira democracia.
A Democracia que se vive atualmente não assegura o bem estar necessário às populações em geral. No Brasil quase metade dos habitantes passa necessidades, e mais de um terço não têm uma casa digna, com saneamento básico.
Os dinheiros públicos são saqueados constantemente por indivíduos que enriquecem à custa dos que pagam impostos, o que impede às populações de obter, pelo menos, a retribuição dos tributos pagos. Podemos dizer que vivemos em Democracias Imperfeitas, privilegiando uns, normalmente as elites, desprezando outros (povão).
Em 15 de Maio de 1891, o Papa Leão XIII, escreveu uma Carta Encíclica a todos os Bispos do mundo onde se debatia “com as condições da classe trabalhadora”, e criticava o socialismo e o comunismo por estes instigarem o ódio nos pobres contra os que possuem e, por conseguinte, atacava todos os modelos políticos que atuavam e atuam ainda contra o ser humano, porque privilegiam o Estado e não a criatura humana, filha de Deus.
Desde a elaboração da Encíclica, em 1891, ficou provado e ainda se prova hoje, que toda a política é diabólica e corrupta, imperialista, centralizadora, truculenta e ilógica, em vez de ser solidária, justa, lógica e racional.
O modelo Cidade-Estado baseia-se na justiça divina, na igualdade e no zelo para com as coisas públicas (que pertencem a todos), especialmente o dinheiro!
Na Alemanha, três cidades já emplacaram o modelo Cidade-Estado: Berlim, Hamburgo e Bremen; na Itália, temos Vaticano e San Marino; na França, Mônaco, Liechtenstein, entre Áustria e Suiça, enquanto que na Ásia outras cidades já aderiram: Singapura, Shangai, Hong Kong e Macau. Estas cidades estão no caminho certo, mas o Brasil continua na contramão da história.
Buscamos apoio e parceiros para lançarmos, em 7 de setembro de 2007, o novo modelo CIDADE-ESTADO, onde não há roubalheira, nem corrupção, nem violência.
Você quer aderir? Envie e-mail para amefundacao@uol.com.br ou ligue: (11) 4703-2636 e 4614-7828.
A pátria espera que cada um cumpra o seu dever!
“Todavia a Igreja, instruída e dirigida por Jesus Cristo, eleva as suas vistas ainda mais alto; propõe um corpo de preceitos mais completos, porque ambiciona estreitar a união das duas classes até as unir uma à outra por laços de verdadeira amizade". Papa Leão XIII, 1891, Encíclica Rerum Novarum.

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