Corpos
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until the body is fully connected
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a grounded metal surface
firmly
until the body is fully connected
(excerto de “Fully Connected”, do álbum No Waves dos Micro Audio Waves)
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Machina Speculatrix
Este é o arquivo do Tema "4. Indirectas e Retorcidas" | Regressar à Entrada
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(excerto de “Fully Connected”, do álbum No Waves dos Micro Audio Waves)
«É óbvio que não deveria constituir uma surpresa por aí além descobrir que a história da nossa vida incluía um acontecimento, algo de importante, que desconhecemos por completo – que a história da nossa vida é em si mesma, e por si mesma, algo a respeito do qual sabemos muito pouco.»
Philip Roth, Casei com um comunista, Lisboa, Publicações Dom Quixote, 1999, pp. 26-27
«Se o Homem fosse imortal ainda não teria inventado a roda (poderias dizer).»
Gonçalo M. Tavares, Breves notas sobre ciência, Lisboa, Relógio DÁgua, 2006, p. 11

(Cartoon de Marc S.)

MILHO "HERCULEX"
- É cada vez mais difícil encontrar milho não transgénico!
(Cartoon de Marc S.)
(Clicar para aumentar)
Se os elefantes podem nadar, porque é que Marques Mendes não pode aspirar a ser primeiro-ministro?

(A foto é da BBC.)
Façamos aqui uma pequena viagem psico-linguística.
άλήθεια (“aletheia”) quer em grego dizer aquilo que não se oculta, que se desvela, a verdade.

A editora de Zita Seabra, que publica o seu recente livro de dissidente comunista intitulado “Foi assim”, chama-se “Alêtheia”.
Saudades do “Pravda”?
Ou será que não reparou que a verdade tem certos problemas, sendo um deles aquele que se ilustra na foto abaixo, onde o que parece um cavalo tem rabo de peixe?








Neste país há quem entenda que instruir os funcionários públicos acerca de como detectarem como operam os corruptores, e para denunciarem as tentativas de corrupção, é incentivar a delação.
Neste país há quem ache que a proibição de “violação de correspondência”, proibição que serve para proteger um direito fundamental à privacidade, equivale a qualquer funcionário ter direito a receber a título pessoal a correspondência oficial que deveria ser dirigida ao seu serviço, dar formalmente entrada e ser distribuída para resposta por quem tenha essa responsabilidade. A ignorância de quem nunca teve que gerir nada, nem público nem privado, que não sabe o que significa garantir resposta dos serviços aos cidadãos e aos outros serviços, confunde as duas coisas, grita por “crime” e acusa de totalitarismo.
Neste país isto serve para reduzir tudo ao mesmo folclore. Passam-se coisas graves. Pode acontecer que se esteja a preparar uma reforma da legislação laboral que só interessa aos maus patrões, àqueles que querem todo o poder de dominar os trabalhadores mas são incapazes de usar os mecanismos existentes para produzir mais e melhor. Mas isso só se discute com chavões. Porquê? Porque a agenda “mediática” está preenchida por aqueles outros temas que fazem as delícias dos que gritam “vem aí a ditadura”.
...Polska ... raiz quadrada do número de habitantes ...(será que ele se julga a raiz quadrada do par de gémeos?)
(Cartoon de Marc S.)

Eles vêm aí de novo. Alerta, pois. Para ir ajeitando os nervos, fica uma das clássicas deles.
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(excerto de “Fully Connected”, do álbum No Waves dos Micro Audio Waves)
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(Budapeste, Março de 2006. Foto de Porfírio Silva)
(Clicar sobre a imagem para ampliar.)



Anexo: Cuidados a ter com indivíduos pouco sensíveis à inovação.
Parte I - Se ao cozinheiro se fizer notar o ligeiro gosto metálico que tomou o condimento, responda-se que há que atender ao facto de que nunca antes a mostarda se vira assim associada à medição do tempo.
Parte II - Se ao relojoeiro alguém apontar que os ponteiros estão parados, faça-se ver quão notável contributo deu o pertinente cozinheiro à nouvelle cuisine.
(Publiquei este texto pela primeira vez no Turing Machine a 14/nov/03.)

Outra das provocações conhecidas de Sui Jianguo é um dinossauro vermelho com a inscrição "Made in China": como os brinquedos chineses baratos vendidos em todo o mundo; como os "dinossauros" do Partido; como a espécie animal há muito extinta na natureza...

Sin Jianguo é um dos artistas da "fábrica 798": uma antiga fábrica de armamento construída nos arredores de Pequim pela antiga Alemanha de Leste para os camaradas chineses, ocupada por criadores culturais entre o alternativo e o chique.
(Mais informação no capítulo XLII do livro de Federico Rampini, O Século Chinês, de 2005, publicado em português pela Editorial Presença em 2006)